
Em 20 de julho de 1968, a missão Apollo 11 extrapolava o limite da capacidade humana. Às 23h56, horário de Brasília, os astronautas Buzz Aldrin e Neil Armstrong aterrissaram na superfície lunar para a maior conquista científica do século. O que era ficção, sonho ou loucura durante muito tempo se tornava realidade: um ser humano na Lua. A façanha científica não só representava a vitória dos Estados Unidos na corrida espacial contra a União Soviética, mas abria as portas para um futuro com grandes possibilidades, como a chegada do homem a Marte.
“A missão mostrou do que o homem é capaz tecnologicamente. Foi fundamental para ciência, para a engenharia de aviação. A lua é uma peça chave para a nossa vida”, lembra diretor do Instituto de Física da Universidade de Brasília, Antônio Cleves Nunes Oliveira.“Representou a reunião de grande parte do conhecimento humano”, emenda o professor de física da UnB, José Leonardo Ferreira, em referência à frase histórica de Neil Armstrong quando pisou na lua - "um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade".
“A missão mostrou do que o homem é capaz tecnologicamente. Foi fundamental para ciência, para a engenharia de aviação. A lua é uma peça chave para a nossa vida”, lembra diretor do Instituto de Física da Universidade de Brasília, Antônio Cleves Nunes Oliveira.“Representou a reunião de grande parte do conhecimento humano”, emenda o professor de física da UnB, José Leonardo Ferreira, em referência à frase histórica de Neil Armstrong quando pisou na lua - "um pequeno passo para o homem, um grande salto para a humanidade".
Missão Apollo 11
O percurso até a lua teve como ponto de partida o Centro Espacial Kennedy, na Florida, onde a nave decolo
u no dia 16 de julho, às 10h32, no horário de Brasília. Além de Armstrong, comandante da missão, e Aldrin, a nave Saturno V carregava o astronauta Michael Collins, que não chegou a pisar em solo lunar. Os Estados Unidos cumpriam a meta fixada pelo ex-presidente John F. Kennedy quando, em 1961, enviou mensagem ao Congresso norte-americano dizendo: “(...) é hora de esta nação tomar uma posição clara de liderança em conquistas espaciais, o que de várias formas deve ser a chave para o nosso futuro na Terra".
NOVOS DESAFIOS - Quatro décadas depois, a missão da Apollo 11 representa a chave para a próxima empreitada celestial. Os Estados Unidos planejam colocar um homem em Marte até 2030. “Mas antes disso o homem deve voltar à lua, em 2020. É preciso voltar a desenvolver tecnologias que garantam a sobrevivência humana no espaço”, diz Ferreira. O professor pesquisa propulsão de foguetes a plasma, a tecnologia que deve ser usada para o lan
çamento do homem ao planeta mais quente do sistema solar. O estudo é feito em parceria com o projeto Uniespaço, da Agência Espacial Brasileira. Ferreira lembra da importância científica da conquista. “Boa parte do que utilizamos foi possível a partir do desenvolvimento tecnológico por causa dos programas espaciais. Previsão metereológica, por exemplo. Podemos prever a chegada de um furacão, avisar os agricultores de uma frente fria”, exemplifica. Desde 1972 , nenhum outro homem pisou na lua. A última missão, Apollo 17, teve a novidade de levar um geólogo a bordo, Harrison Jack. Até alí só tinham viajado pilotos, com diploma de engenharia ou equivalente. “É fundamental um geólogo nas missões para explicar a conexão entre a terra e a lua e suas formações. Será que os mesmos minerais que existem na lua e na terra?”, indaga Cleves.
u no dia 16 de julho, às 10h32, no horário de Brasília. Além de Armstrong, comandante da missão, e Aldrin, a nave Saturno V carregava o astronauta Michael Collins, que não chegou a pisar em solo lunar. Os Estados Unidos cumpriam a meta fixada pelo ex-presidente John F. Kennedy quando, em 1961, enviou mensagem ao Congresso norte-americano dizendo: “(...) é hora de esta nação tomar uma posição clara de liderança em conquistas espaciais, o que de várias formas deve ser a chave para o nosso futuro na Terra".NOVOS DESAFIOS - Quatro décadas depois, a missão da Apollo 11 representa a chave para a próxima empreitada celestial. Os Estados Unidos planejam colocar um homem em Marte até 2030. “Mas antes disso o homem deve voltar à lua, em 2020. É preciso voltar a desenvolver tecnologias que garantam a sobrevivência humana no espaço”, diz Ferreira. O professor pesquisa propulsão de foguetes a plasma, a tecnologia que deve ser usada para o lan
çamento do homem ao planeta mais quente do sistema solar. O estudo é feito em parceria com o projeto Uniespaço, da Agência Espacial Brasileira. Ferreira lembra da importância científica da conquista. “Boa parte do que utilizamos foi possível a partir do desenvolvimento tecnológico por causa dos programas espaciais. Previsão metereológica, por exemplo. Podemos prever a chegada de um furacão, avisar os agricultores de uma frente fria”, exemplifica. Desde 1972 , nenhum outro homem pisou na lua. A última missão, Apollo 17, teve a novidade de levar um geólogo a bordo, Harrison Jack. Até alí só tinham viajado pilotos, com diploma de engenharia ou equivalente. “É fundamental um geólogo nas missões para explicar a conexão entre a terra e a lua e suas formações. Será que os mesmos minerais que existem na lua e na terra?”, indaga Cleves. Verdade que vc desconhece: http://www.umanovaera.com/conspiracoes/a_verdade_sobre_a_chegada_do_homem_a_lua.htm
Obama classifica ida a Lua como excelência!: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3885061-EI301,00.html
Obama classifica ida a Lua como excelência!: http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI3885061-EI301,00.html
See Ya! beijomeliga...
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